O Poema Não Há Vagas É Organizado Em Duas Partes

Reza August 19, 2022
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Introdução

O poema Não há Vagas é uma obra do poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade, publicado em seu livro Claro Enigma, em 1951. É uma das obras mais importantes do autor e é considerada um marco na literatura brasileira. O poema é dividido em duas partes distintas, que se complementam para transmitir uma mensagem forte e impactante.

Parte 1

A primeira parte do poema é composta por três estrofes, cada uma com quatro versos. O tom é sério e melancólico, com uma atmosfera de desolação e abandono. O autor descreve uma cidade que se tornou um deserto, sem vida, sem esperança. A cidade é personificada como uma mulher que perdeu toda a sua beleza e agora é apenas um monte de ruínas. Os versos iniciais estabelecem a atmosfera sombria do poema: “Não há vagas nesta cidade / que se chama solidão”. O autor usa a metáfora da cidade como um corpo humano para enfatizar sua decadência e abandono. A cidade é descrita como uma mulher que perdeu a vitalidade e agora está “sem voz, sem cor, sem pão”. A segunda estrofe reforça a imagem da cidade como uma mulher, agora comparada a uma prostituta que perdeu a beleza e agora é ignorada pelos clientes. O autor usa uma linguagem crua e direta para descrever a cidade como um lugar sujo e decadente, onde “a noite é um bordel / mal iluminado”. A terceira estrofe enfatiza a solidão e a falta de esperança que permeiam a cidade. O autor usa a imagem de um relógio quebrado para simbolizar a falta de tempo e de futuro. A cidade está presa em um ciclo interminável de decadência e abandono, sem esperança de mudança ou renovação.

Parte 2

A segunda parte do poema é mais curta, com apenas duas estrofes de três versos cada. O tom é mais otimista e esperançoso, com uma mensagem de renovação e transformação. O autor usa a imagem de um jardim abandonado para simbolizar a possibilidade de um novo começo. A primeira estrofe descreve o jardim abandonado, com suas flores murchas e suas árvores secas. O autor usa a linguagem poética para criar uma imagem de tristeza e abandono. No entanto, ele também enfatiza a possibilidade de renovação, usando a imagem de um “grão de vida” que pode germinar e crescer. A segunda estrofe é o clímax do poema, onde o autor expressa sua esperança na possibilidade de renovação e transformação. Ele usa a imagem de um “dia claro” para simbolizar um novo começo, uma nova oportunidade. O autor enfatiza que mesmo em meio à escuridão e à desolação, ainda há a possibilidade de um novo amanhecer.

Conclusão

O poema Não há Vagas é uma obra forte e impactante, que transmite uma mensagem de desolação e abandono, mas também de renovação e transformação. A cidade abandonada e o jardim murchado simbolizam a decadência e a falta de esperança, mas também a possibilidade de um novo começo. O poema é uma reflexão sobre a condição humana, sobre a fragilidade da vida e a necessidade de se reinventar constantemente.

FAQs

1. Qual é a mensagem principal do poema Não há Vagas?

A mensagem principal do poema é a possibilidade de renovação e transformação, mesmo em meio à desolação e ao abandono. O autor usa a imagem da cidade abandonada e do jardim murchado para simbolizar a decadência e a falta de esperança, mas também a possibilidade de um novo começo.

2. Como o autor usa a linguagem poética para criar imagens fortes?

O autor usa a linguagem poética para criar imagens fortes e impactantes, que transmitem uma atmosfera de desolação e abandono. Ele usa metáforas, comparações e personificações para criar imagens vívidas e emocionantes.

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3. Qual é a importância do poema Não há Vagas na literatura brasileira?

O poema Não há Vagas é uma das obras mais importantes do poeta Carlos Drummond de Andrade e é considerado um marco na literatura brasileira. O poema representa uma mudança na forma como a poesia era escrita no Brasil, com uma linguagem mais direta e realista. O poema também é uma reflexão sobre a condição humana, sobre a fragilidade da vida e a necessidade de se reinventar constantemente.

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Reza Herlambang

Eu sou um escritor profissional na área de educação há mais de 5 anos, escrevendo artigos sobre educação e ensino para crianças na escola.

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